De André Petry, na Veja: "A Justiça brasileira, instituição que zela pela igualdade de todos os brasileiros perante a lei, decidiu quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, aquele que derrubou o ministro Palocci. Parece piada, mas não é. (...) Agora, a Justiça, por força da igualdade de todos diante da lei, deveria tomar algumas providências importantes. Uma delas seria atender ao primeiro pedido que surgisse de quebra do sigilo bancário de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Afinal, Lulinha é formado em biologia, não exerce a profissão nem era filho de pai rico. Mas, bastou o pai virar presidente, a empresa de Lulinha recebeu 15 milhões de reais da Telemar, uma concessionária de serviço público. Lulinha, assim de repente, ficou milionário, recebeu rios de dinheiro em sua conta. Será que pode estar lavando dinheiro para a Telemar? Era o caso de investigar. Outra boa providência seria autorizar a quebra do sigilo bancário de Paulo Okamotto, o amigo do presidente."

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