"Quando fui escolhido relator do caso do (José) Dirceu, a maioria me procurou para dizer que não deveria ter pego isso. E eu não pedi para ser, fui sorteado e comunicado. Vi que houve um afastamento natural. Mas depois o acirramento foi muito grande.
Uma das coisas que me faz falta em Brasília é o futebol. E não conseguimos retomar nossa pelada. A gente jogava no Iate Clube. Quando surgiu a crise, o Sebastião Buani, ex-dono do restaurante da Câmara, jogava com a gente. O Iate então cortou a pelada. E passamos para a Ascad. E tentamos retomar. Na semana passada, por exemplo, fomos eu e o Marcelo Ortiz. Ninguém mais apareceu.
E mais do que a pelada, era no plenário. Tinha companheiro que tocava a minha barriga e falava: Temos que acabar com esse dedo-duro aqui. Muitos falavam: Vocês querem acabar com a Casa? Vai acontecer um dia com vocês também."
Os trechos acima são da entrevista concedida aos repórteres do blog do Noblat, Tânia Fusco e Leandro Colon, pelo deputado Júlio Delgado (PSB-MG), relator do processo que acabou com a cassação do mandato do ex-deputado José Dirceu.
Na semana passada, depois que a Câmara absolveu o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), acusado de ter recebido grana de Marcos Valério, Delgado foi o primeiro membro do Conselho de Ética a renunciar a seu posto.
Na entrevista ele explica por quê. E revela que seu carro foi baleado quando ele ainda era o relator do processo contra Dirceu.
Leia a entrevista aqui
Fonte: Blog do Noblat.
Uma das coisas que me faz falta em Brasília é o futebol. E não conseguimos retomar nossa pelada. A gente jogava no Iate Clube. Quando surgiu a crise, o Sebastião Buani, ex-dono do restaurante da Câmara, jogava com a gente. O Iate então cortou a pelada. E passamos para a Ascad. E tentamos retomar. Na semana passada, por exemplo, fomos eu e o Marcelo Ortiz. Ninguém mais apareceu.
E mais do que a pelada, era no plenário. Tinha companheiro que tocava a minha barriga e falava: Temos que acabar com esse dedo-duro aqui. Muitos falavam: Vocês querem acabar com a Casa? Vai acontecer um dia com vocês também."
Os trechos acima são da entrevista concedida aos repórteres do blog do Noblat, Tânia Fusco e Leandro Colon, pelo deputado Júlio Delgado (PSB-MG), relator do processo que acabou com a cassação do mandato do ex-deputado José Dirceu.
Na semana passada, depois que a Câmara absolveu o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), acusado de ter recebido grana de Marcos Valério, Delgado foi o primeiro membro do Conselho de Ética a renunciar a seu posto.
Na entrevista ele explica por quê. E revela que seu carro foi baleado quando ele ainda era o relator do processo contra Dirceu.
Leia a entrevista aqui
Fonte: Blog do Noblat.