Trechos da entrevista do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) ao jornal O Dia neste domingo:
"O ministro da Justiça está podre, apodreceu. Ele não foi ministro da Justiça. Atuou como advogado de um crime de violação de privacidade, de sigilo de uma pessoa humilde. A máquina do estado foi usada, a Polícia Federal, a Caixa Econômica, para oprimir um caseiro. Se é no Fernando Henrique Cardoso (governo), eu nem imagino o que o PT ia fazer.
(...)
Eu vou enfrentar mesmo. Que moral tem petista para me acusar. Que moral tem essa gente? O mais corrupto governo que testemunhei ao longo da minha carreira política é o governo do PT. O PC Farias virou ladrão de galinha perto dessa turma. O símbolo do Lula é macaquinho de souvenir: “não falo, não vejo e não ouço.” Esses caras vão falar o quê? Apodreceu. O governo está podre.
(...)
Todo mundo, todo partido, quando indica presidente de estatal, é para fazer caixa. Porque a partir do presidente, do diretor, você estabelece uma rede de relação das empresas que gravitam em torno dessa diretoria ou dessa presidência. E eles fazem caixa para o partido, é assim. Sempre funcionou assim. O PT que quis mudar a lógica, quis monopolizar isso."
Clique aqui para ler entrevista completa
"O ministro da Justiça está podre, apodreceu. Ele não foi ministro da Justiça. Atuou como advogado de um crime de violação de privacidade, de sigilo de uma pessoa humilde. A máquina do estado foi usada, a Polícia Federal, a Caixa Econômica, para oprimir um caseiro. Se é no Fernando Henrique Cardoso (governo), eu nem imagino o que o PT ia fazer.
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Eu vou enfrentar mesmo. Que moral tem petista para me acusar. Que moral tem essa gente? O mais corrupto governo que testemunhei ao longo da minha carreira política é o governo do PT. O PC Farias virou ladrão de galinha perto dessa turma. O símbolo do Lula é macaquinho de souvenir: “não falo, não vejo e não ouço.” Esses caras vão falar o quê? Apodreceu. O governo está podre.
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Todo mundo, todo partido, quando indica presidente de estatal, é para fazer caixa. Porque a partir do presidente, do diretor, você estabelece uma rede de relação das empresas que gravitam em torno dessa diretoria ou dessa presidência. E eles fazem caixa para o partido, é assim. Sempre funcionou assim. O PT que quis mudar a lógica, quis monopolizar isso."
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