Para o jornalista Ricardo Noblat, a pesquisa do Instituto Sensus divulgada ontem reforça a impressão que cada vez mais se consolida entre políticos de todos os partidos: ou aparece batom na cueca de Lula ou ele se reelegerá na certa.

O batom na cueca seria a comprovação, no mínimo, de que ele sabia do esquema de corrupção montado ao seu redor pelo ex-ministro José Dirceu e outras cabeças coroadas do PT, conforme denúncia do Procurador Geral da República.

De preferência, o batom na cueca deveria ser a impressão digital de Lula em algum negócio suspeito que o beneficiou diretamente.
Quem sabe, sabe em Brasília: para jogar Lula na lama, só devassando as contas e a vida de Paulo Okamotto, presidente do Sebrae, e ex-tesoureiro informal da família Lula da Silva.

Talvez seja por isso que o próprio Lula se empenhe tanto para que Okamotto fique em paz. Foi dele a ordem para que Okamotto entrasse com ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a preservação do seu sigilo bancário. Está preservado.

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