Deve ser saudada a atitude do Ministério Público gaúcho, que ontem denunciou à Justiça 37 integrantes da Via Campesina, esse grupo do MST que invadiu a Aracruz de Barra do Ribeiro em março.
Entre os denunciados, ele, sempre ele, João Pedro Stédile, o líder nacional de um movimento corrupto e marginal, que sobrevive com dinheiro público que falta para escolas, hospitais e saneamento. Dinheiro nosso, dos contribuintes, utilizado para destruir, depredar e violentar o direito de pessoas e empresas de produzirem alimentos e desenvolvimento no campo.
Para o MST, propriedades acima de 600 hectares são consideradas latifúndios, e portanto, devem ser invadidas em nome da reforma agrária que eles dizem defender. No fundo a meta dos marginais é levar insegurança ao campo, ao país, desestabilizando as instituições – que diga-se de passagem, precisavam ser mais sólidas – e semeando terreno fértil para uma revolução comunista. Isso em pleno 2006.
Parece piada, mas não é!
Fonte: Blog do Diego
Entre os denunciados, ele, sempre ele, João Pedro Stédile, o líder nacional de um movimento corrupto e marginal, que sobrevive com dinheiro público que falta para escolas, hospitais e saneamento. Dinheiro nosso, dos contribuintes, utilizado para destruir, depredar e violentar o direito de pessoas e empresas de produzirem alimentos e desenvolvimento no campo.
Para o MST, propriedades acima de 600 hectares são consideradas latifúndios, e portanto, devem ser invadidas em nome da reforma agrária que eles dizem defender. No fundo a meta dos marginais é levar insegurança ao campo, ao país, desestabilizando as instituições – que diga-se de passagem, precisavam ser mais sólidas – e semeando terreno fértil para uma revolução comunista. Isso em pleno 2006.
Parece piada, mas não é!
Fonte: Blog do Diego