De Lilian Cristhofolleti na Folha de S.Paulo, hoje:
"O ex-prefeito Paulo Maluf (PP), cuja carreira política parecia definitivamente encerrada após os 40 dias de prisão na carceragem da Polícia Federal, se prepara para uma nova campanha, desta vez, rumo à Câmara dos Deputados.
O baixo desempenho nas pesquisas de intenção de voto minou a vontade do ex-prefeito de disputar um cargo majoritário.
Segundo a última pesquisa Datafolha, Maluf pode ser considerado um nanico na disputa pelo governo paulista. Com 60% de rejeição, ele tem 4% das intenções de voto. Como a margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos, o ex-prefeito está tecnicamente empatado com Carlos Apolinário (PDT), com Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e com Cunha Lima (PSDC).
Apesar de o ex-prefeito ter vencido apenas uma de nove eleições diretas, Maluf sempre surgia nas pesquisas em segundo ou terceiro lugar nas intenções de voto.
Se for eleito, Maluf ganhará imunidade nas ações penais abertas contra ele por suposto desvio de dinheiro público e remessa ilegal de dólares para o exterior. Os processos que hoje tramitam em primeira instância serão remetidos aos STF (Supremo Tribunal Federal), como determina a Constituição, que prevê foro privilegiado para deputados."
"O ex-prefeito Paulo Maluf (PP), cuja carreira política parecia definitivamente encerrada após os 40 dias de prisão na carceragem da Polícia Federal, se prepara para uma nova campanha, desta vez, rumo à Câmara dos Deputados.
O baixo desempenho nas pesquisas de intenção de voto minou a vontade do ex-prefeito de disputar um cargo majoritário.
Segundo a última pesquisa Datafolha, Maluf pode ser considerado um nanico na disputa pelo governo paulista. Com 60% de rejeição, ele tem 4% das intenções de voto. Como a margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos, o ex-prefeito está tecnicamente empatado com Carlos Apolinário (PDT), com Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e com Cunha Lima (PSDC).
Apesar de o ex-prefeito ter vencido apenas uma de nove eleições diretas, Maluf sempre surgia nas pesquisas em segundo ou terceiro lugar nas intenções de voto.
Se for eleito, Maluf ganhará imunidade nas ações penais abertas contra ele por suposto desvio de dinheiro público e remessa ilegal de dólares para o exterior. Os processos que hoje tramitam em primeira instância serão remetidos aos STF (Supremo Tribunal Federal), como determina a Constituição, que prevê foro privilegiado para deputados."