Um dos gargantas profundas que revelaram o caixa 2 petista de R$ 200 milhões ao jornalista Leonardo Attuch, no livro “A CPI que abalou o Brasil”, garante: “dr. Léo”, da empreiteira OAS, era figurinha fácil no PT durante a campanha presidencial de 2002. Trata-se de José Aldemário Pinheiro, sócio da OAS a quem se atribui a decisão de a empresa – acusada de subornar deputados – não colaborar na investigação da Corregedoria da Câmara.

Agressivo nos negócios, “dr. Léo” da OAS é especialista em relacionar-se com petistas, como o amigo ex-ministro José Dirceu.

“Dr. Léo” da OAS é amigão também de Márcio Thomaz Bastos, jurista a quem sempre consultava antes de ele virar ministro da Justiça.

Nos últimos anos, “dr. Léo” desenvolveu na OAS uma nova especialidade: a construção de presídios. Humm...

Fonte: Cláudio Humberto

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