O CPERGS/Sindicato em assembléia realizada agora pela manhã decidiu manter a greve, para aumentar a oferta de aumento de salário por parte do Governo do Estado.
Por unanimidade, a categoria rejeitou o índice de reajuste salarial de 8,57% (parcelado em cinco vezes) oferecido pelo governo. O magistério irá à Assembléia Legislativa tentar negociar um aumento da proposta com os deputados.
Cerca de 5 mil pessoas participaram da assembléia do Cpers/Sindicato em Porto Alegre. Todos devem participar da manifestação na Assembléia, que vota hoje os projetos de aumento encaminhados pelo governo – uma matéria oferece 8,03% aos outros funcionários estaduais.
Esse sindicato mantém uma greve política, que só traz prejuízo para nossos filhos e não se preocupa em inviabilizar financeiramente o Poder Executivo Estadual. Só olham para o próprio umbigo, ou melhor para o umbigo do PT, achando que essa greve favorece o candidato que eles apoiam, que diga-se de passagem nada fez pela categoria, quando foi governador.
Por unanimidade, a categoria rejeitou o índice de reajuste salarial de 8,57% (parcelado em cinco vezes) oferecido pelo governo. O magistério irá à Assembléia Legislativa tentar negociar um aumento da proposta com os deputados.
Cerca de 5 mil pessoas participaram da assembléia do Cpers/Sindicato em Porto Alegre. Todos devem participar da manifestação na Assembléia, que vota hoje os projetos de aumento encaminhados pelo governo – uma matéria oferece 8,03% aos outros funcionários estaduais.
Esse sindicato mantém uma greve política, que só traz prejuízo para nossos filhos e não se preocupa em inviabilizar financeiramente o Poder Executivo Estadual. Só olham para o próprio umbigo, ou melhor para o umbigo do PT, achando que essa greve favorece o candidato que eles apoiam, que diga-se de passagem nada fez pela categoria, quando foi governador.