Hoje fui almoçar tranquilamente num restaurante aqui no centro de Porto Alegre. Após servir-me fui à mesa escolhida para iniciar meu almoço. Sentei-me e iniciei a saborear a deliciosa comida do local.
Ao olhar para a pessoa que estava diretamente na minha frente, na mesa da frente para ser mais específico, qual não foi minha surpresa quando o reconheci como sendo o homem que alguns anos atrás furtou a bolsa de minha esposa dentro de sua sala na empresa onde ela trabalhava.
Deves estar perguntado como é que tenho certeza que é a mesma pessoa. Em primeiro lugar porque a empresa havia filmado o safado e alguns meses depois, ele foi citado em vários jornais de Porto Alegre, obviamente na página policial. Havia sido preso sob a acusação de estelionato e a ficha do dito cujo já tinha alguns metros.
Naquele momento a comida já não descia mais, e a vontade era de ir lá e no mínimo perguntar quantas bolsa ele já havia furtado, o que nao adiantaria nada e poderia isso sim arranjar um processo para mim.
O que fiz depois de engolir forçosamente a comida, foi alertar ao proprietário do restaurante que aquele cara bem vestido de camisa e calça sociais, de cinto combinando com o sapato era um ladrão e estelionatário.
E pensando bem essa incômoda sensação de que em algum momento alguém poderia ser furtado deveria ser sentida por aqueles que acobertam as maracutaias do Governo Federal e se reúnem sistematicamente com seus quadrilheiros para discutir sobre política e outras cositas más.
Não há diferença nenhuma nesse safado que encontrei no almoço daqueles que furtam, roubam saqueiam, corrompem e outros tantos verbos, em esferas maiores.
Na verdade há uma só... Em algum momento o estelionatário já dormiu atrás das grades.
Ao olhar para a pessoa que estava diretamente na minha frente, na mesa da frente para ser mais específico, qual não foi minha surpresa quando o reconheci como sendo o homem que alguns anos atrás furtou a bolsa de minha esposa dentro de sua sala na empresa onde ela trabalhava.
Deves estar perguntado como é que tenho certeza que é a mesma pessoa. Em primeiro lugar porque a empresa havia filmado o safado e alguns meses depois, ele foi citado em vários jornais de Porto Alegre, obviamente na página policial. Havia sido preso sob a acusação de estelionato e a ficha do dito cujo já tinha alguns metros.
Naquele momento a comida já não descia mais, e a vontade era de ir lá e no mínimo perguntar quantas bolsa ele já havia furtado, o que nao adiantaria nada e poderia isso sim arranjar um processo para mim.
O que fiz depois de engolir forçosamente a comida, foi alertar ao proprietário do restaurante que aquele cara bem vestido de camisa e calça sociais, de cinto combinando com o sapato era um ladrão e estelionatário.
E pensando bem essa incômoda sensação de que em algum momento alguém poderia ser furtado deveria ser sentida por aqueles que acobertam as maracutaias do Governo Federal e se reúnem sistematicamente com seus quadrilheiros para discutir sobre política e outras cositas más.
Não há diferença nenhuma nesse safado que encontrei no almoço daqueles que furtam, roubam saqueiam, corrompem e outros tantos verbos, em esferas maiores.
Na verdade há uma só... Em algum momento o estelionatário já dormiu atrás das grades.