por Ipojuca Pontes, hoje, no site Mídia sem Máscara:

As devastadoras denúncias do motorista Francisco das Chagas e do caseiro Francenildo dos Santos Costa, em torno das orgias e negócios ilícitos que tomavam conta do casarão de luxo do Lago Sul de Brasília, uma espécie de consulado do crime operacionalizado pelo que hoje é reconhecido nacionalmente como a “República de Ribeirão Preto”, só surpreende mesmo os que furam os olhos para enxergar melhor. De fato, em retrospecto, a ação delituosa dos Burattis, Poletos, Barquetes, Dourados, Kurzweils, Ademirsons, Paloccis, entre outros, tinha sido levada ao conhecimento público desde 1995, quando Paulo de Tarso Venceslau, um dos responsáveis pelo seqüestro do embaixador americano Charles Elbrike e secretário das finanças de Ribeirão Preto e, depois, de São José dos Campos, anunciou os envolvimentos de Roberto Teixeira, compadre de Lula e de Paulo Okamotto, genro de Lulinha, em negócios fraudulentos que lesavam em larga escala os interesses dos municípios.

Mais tarde, no plano externo, para firmar uma aliança estratégica com as FARC, líderes do PT de Ribeirão Preto, ligados diretamente ao prefeito Antonio Palocci, o trotskista, fundaram o Comitê de Solidariedade aos Movimentos de Libertação Nacional da Colômbia, tendo à frente, entre outras personalidades, o falso padre Olivério Medina (atualmente preso), embaixador informal da narcoguerrilha no Brasil, responsável putativo, durante a campanha presidencial de 2002, pela doação (na chácara “Coração Vermelho”, arredores de Brasília) de US$ 5 milhões a candidatos do PT, conforme relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), de nº 0095/3100.

Para continuar lendo o artigo clique aqui

Post a Comment

Postagem Anterior Próxima Postagem