Deputada Denise Frossard (PPS-RJ):
- É um relatório técnico, de quem conhece e estudou os documentos. Um relatório de quem tem coragem. Faltou aprofundar um pouco na questão das franquias. Pedi vista para entender um pouco mais essa questão.
Senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT):
- O relatório é uma palhaçada. Ele indicia Eduardo Azeredo por crime eleitoral que já prescreveu. É para dar uma satisfação ao PT. Não tem nenhum valor. É tiro na água.
Deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR):
- O relatório consolidou os fatos que são de conhecimento público. E fez isso direito. A reação do governo às citações de pessoas próximas no texto final é o que vai gerar polêmica.
Senador Álvaro Dias (PSDB-PR):
- É um relatório bom, mas que falha no essencial. A autoridade maior, que é o presidente Lula, não pode ser excluída do texto. Ele tem que ser indiciado no mínimo por crime de responsabilidade.
Deputado Maurício Rands (PT-PE):
- É melhor aprovar o relatório, mas com emendas que alterem o texto final. Ficou faltando explicar a origem do valerioduto. O relatório não liga o esquema de caixa dois montado em Minas para a campanha de Eduardo Azeredo em 98 com o valerioduto.
Senadora Ideli Salvatti (PT-SC):
- Do jeito que o relatório está não será aprovado de jeito nenhum. Falhou em vários aspectos jurídicos, o que não pega bem para um relatório feito por um deputado que é advogado.
Deputado Carlos Abicalil (PT-MS):
- O PT vai propor mudanças no texto final. Há dúvidas de que todas as prerrogativas foram tomadas para sustentar os pedidos de indiciamento. Não pode haver uma suspeita de culpa.
Senador Delcídio Amaral (PT-MS):
- Vamos costurar um texto ser for necessário e aprová-lo na próxima terça. Posso garantir que não houve e que não sofri nenhum tipo de pressão durante esse trabalho na CPI.
- É um relatório técnico, de quem conhece e estudou os documentos. Um relatório de quem tem coragem. Faltou aprofundar um pouco na questão das franquias. Pedi vista para entender um pouco mais essa questão.
Senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT):
- O relatório é uma palhaçada. Ele indicia Eduardo Azeredo por crime eleitoral que já prescreveu. É para dar uma satisfação ao PT. Não tem nenhum valor. É tiro na água.
Deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR):
- O relatório consolidou os fatos que são de conhecimento público. E fez isso direito. A reação do governo às citações de pessoas próximas no texto final é o que vai gerar polêmica.
Senador Álvaro Dias (PSDB-PR):
- É um relatório bom, mas que falha no essencial. A autoridade maior, que é o presidente Lula, não pode ser excluída do texto. Ele tem que ser indiciado no mínimo por crime de responsabilidade.
Deputado Maurício Rands (PT-PE):
- É melhor aprovar o relatório, mas com emendas que alterem o texto final. Ficou faltando explicar a origem do valerioduto. O relatório não liga o esquema de caixa dois montado em Minas para a campanha de Eduardo Azeredo em 98 com o valerioduto.
Senadora Ideli Salvatti (PT-SC):
- Do jeito que o relatório está não será aprovado de jeito nenhum. Falhou em vários aspectos jurídicos, o que não pega bem para um relatório feito por um deputado que é advogado.
Deputado Carlos Abicalil (PT-MS):
- O PT vai propor mudanças no texto final. Há dúvidas de que todas as prerrogativas foram tomadas para sustentar os pedidos de indiciamento. Não pode haver uma suspeita de culpa.
Senador Delcídio Amaral (PT-MS):
- Vamos costurar um texto ser for necessário e aprová-lo na próxima terça. Posso garantir que não houve e que não sofri nenhum tipo de pressão durante esse trabalho na CPI.