Conforme havia previsto ontem (ver nota abaixo) o governo federal busca um bode expiatório de médio escalão para colocar a culpa sobre a quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo. Contudo segundo comenta-se em Brasília, a violação partiu da vice-presidência de Transferência de Benefícios ou da Superintendência Nacional de Rede da CEF a mando da Presidência da CEF . Os dados teriam sido repassados a um assessor especial de Palocci, que divulgou o extrato com conhecimento do ministro.
De novo aquelas estranhas coincidências
A área responsável por descobrir a identidade de quem retirou o extrato é comandada por uma petista casada com assessor da Presidência da República. A PF, além do responsável pela violação, investiga a origem dos depósitos de Francenildo, que decidiu abrir espontaneamente seu sigilo à CPI.

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