Nesta quinta-feira, o primeiro-amigo Paulo Okamotto tentou brincar de gato e rato com a CPI do Fim do Fim do Mundo, também conhecida como comissão dos Bingos. O presidente do Sebrae levou a pior.
Conforme relato do repórter Felipe Recondo, a CPI pôs no encalço de Okamotto o escrivão da Polícia Federal José Bráulio Rodrigues. Ele foi à sede do Sebrae para intimar o generoso japonês, que, entre outras despesas, pagou dívida de R$ 29,4 mil de Lula com o PT e uma dívida de R$ 26 mil de Lurian, filha do presidente.
Janaína Lopes, secretária de Okamotto, informou a Bráulio que o chefe estava viajando. Disse que Okamotto só retornaria na próxima semana. Resignado, o “gato” deixou cópia da intimação com a secretária. Quando saía do prédio do Sebrae, Bráulio se deu conta de que havia um erro no documento. Voltou para corrigi-lo.
Para surpresa do escrivão, Okamotto saiu, inadvertidamente, de sua toca. Bráulio relatou o flagrante ao presidente da CPI, Efraim Morais (PFL-PB). Abespinhado, o senador disse que comunicará a manobra ao ministro Marcio Thomaz Bastos (Justiça) e, principalmente, ao STF. "Vamos oficiar ao presidente do Supremo para mostrar qual é a vontade desse cidadão", disse Efraim.
A CPI tenta arrastar Okamotto para uma acareação com o ex-militante petista Paulo de Tarso Venceslau, que acusa o presidente do Sebrae de ser uma espécie de tesoureiro informal do petismo. O STF obstruiu a acareação. Mas a CPI enviará ao tribunal novos argumentos e confia na reversão da decisão.
Numa tentativa de corrigir o incorrigível, o advogado de Okamotto, Luís Justiniano de Arantes, encaminhou à CPI documentos para justificar o entrevero. Ele sustenta que Okamotto teria comprado passagens para viajar para Belo Horizonte em dois horários diferentes: às 17h52 e às 18h35. E, no instante da visita do escrivão, a secretária Janaína imaginou que ele estivesse em pleno vôo. Então, tá!
Janaína Lopes, secretária de Okamotto, informou a Bráulio que o chefe estava viajando. Disse que Okamotto só retornaria na próxima semana. Resignado, o “gato” deixou cópia da intimação com a secretária. Quando saía do prédio do Sebrae, Bráulio se deu conta de que havia um erro no documento. Voltou para corrigi-lo.
Para surpresa do escrivão, Okamotto saiu, inadvertidamente, de sua toca. Bráulio relatou o flagrante ao presidente da CPI, Efraim Morais (PFL-PB). Abespinhado, o senador disse que comunicará a manobra ao ministro Marcio Thomaz Bastos (Justiça) e, principalmente, ao STF. "Vamos oficiar ao presidente do Supremo para mostrar qual é a vontade desse cidadão", disse Efraim.
A CPI tenta arrastar Okamotto para uma acareação com o ex-militante petista Paulo de Tarso Venceslau, que acusa o presidente do Sebrae de ser uma espécie de tesoureiro informal do petismo. O STF obstruiu a acareação. Mas a CPI enviará ao tribunal novos argumentos e confia na reversão da decisão.
Numa tentativa de corrigir o incorrigível, o advogado de Okamotto, Luís Justiniano de Arantes, encaminhou à CPI documentos para justificar o entrevero. Ele sustenta que Okamotto teria comprado passagens para viajar para Belo Horizonte em dois horários diferentes: às 17h52 e às 18h35. E, no instante da visita do escrivão, a secretária Janaína imaginou que ele estivesse em pleno vôo. Então, tá!
Fonte: Blog do Josias