Como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão subordinado ao Ministério da Fazenda foi ágil em solicitar à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar a origem do dinheiro que o Francenildo tinha em conta poupança na agência do Lago Sul da Caixa Econômica Federal.
O Coaf quer saber de onde veio tanto dinheiro que parou na conta do caseiro. O pedido cita a movimentação financeira da conta de Francenildo entre outubro de 2005 e março de 2006 e diz que ela não representa “necessariamente atividade ilícitas”, mas aponta “atipicidades”.
Em entrevista coletiva à imprensa, o caseiro esclareceu na última sexta-feira que os R$ 25 mil foram depositados em sua conta pelo empresário Eurípedes Soares, dono de linhas de ônibus no Piauí, a quem aponta como pai. O empresário confirmou que fez os depósitos, embora evite admitir que é pai do caseiro.
O que é de se questionar é porque a mesma dedicação e eficiência aplicadas nas contas do caseiro, não ocorreu na movimentação de mais de R$ 55 milhões sacados em espécie por parlamentares, assessores deles e membros de partidos políticos da conta da agência SMP&B de Marcos Valério, a mando de Delúbio Soares e outros operadores que ainda estão camuflados.
Só a mulher do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), ex-presidente da Câmara, sacou R$ 50 mil.
O Coaf quer saber de onde veio tanto dinheiro que parou na conta do caseiro. O pedido cita a movimentação financeira da conta de Francenildo entre outubro de 2005 e março de 2006 e diz que ela não representa “necessariamente atividade ilícitas”, mas aponta “atipicidades”.
Em entrevista coletiva à imprensa, o caseiro esclareceu na última sexta-feira que os R$ 25 mil foram depositados em sua conta pelo empresário Eurípedes Soares, dono de linhas de ônibus no Piauí, a quem aponta como pai. O empresário confirmou que fez os depósitos, embora evite admitir que é pai do caseiro.
O que é de se questionar é porque a mesma dedicação e eficiência aplicadas nas contas do caseiro, não ocorreu na movimentação de mais de R$ 55 milhões sacados em espécie por parlamentares, assessores deles e membros de partidos políticos da conta da agência SMP&B de Marcos Valério, a mando de Delúbio Soares e outros operadores que ainda estão camuflados.
Só a mulher do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), ex-presidente da Câmara, sacou R$ 50 mil.