Surgiu agora uma terceira testemunha que afirma ter visto o ministro Antonio Palocci na companhia de seus ex-assessores da Prefeitura de Ribeirão Preto, em um imóvel alugado em Brasília. Em 2003, o corretor Carlos Magalhães intermediou a locação de uma casa no Setor de Mansões Dom Bosco, bairro nobre de Brasília, para o grupo hoje conhecido como República de Ribeirão Preto. Conforme o corretor, o aluguel da casa (R$ 9 mil mensais) e uma parcela de R$ 22 mil, que seria destinada à construção de uma quadra de tênis, foram pagos pela empreiteira Leão&Leão, da qual Buratti foi presidente.
Disse ele: "Acho que eles ficaram na casa uns seis meses, até alugarem outro, na QI 1". O corretor diz que perdeu o contato com o caseiro dessa primeira casa, o qual foi mandado embora porque estava fofocando, dizendo que Palocci estava indo lá, que estavam levando mulheres. Mas, o corretor se lembra do que ele falou: "Ele disse que todo dia de noite chegava lá o Rogério Buratti, esse Ralf, o Vladimir e mais um monte de gente, de Ribeirão Preto, e o ministro ia lá com freqüência. O caseiro dizia, mas uma vez eu cheguei a ver o ministro lá. Isso foi em 2003, não me lembro bem da data. Eu vi o ministro chegar lá umas sete e meia da noite. Eu estava lá e ele chegou. Acho que o carro que ele usava era um Omega. Só sei que ele me cumprimentou, falou 'boa noite'. Eu falei: 'Boa noite'. Foi muito educado. Aí eles entraram na casa e eu fiquei do lado de fora".
Disse ele: "Acho que eles ficaram na casa uns seis meses, até alugarem outro, na QI 1". O corretor diz que perdeu o contato com o caseiro dessa primeira casa, o qual foi mandado embora porque estava fofocando, dizendo que Palocci estava indo lá, que estavam levando mulheres. Mas, o corretor se lembra do que ele falou: "Ele disse que todo dia de noite chegava lá o Rogério Buratti, esse Ralf, o Vladimir e mais um monte de gente, de Ribeirão Preto, e o ministro ia lá com freqüência. O caseiro dizia, mas uma vez eu cheguei a ver o ministro lá. Isso foi em 2003, não me lembro bem da data. Eu vi o ministro chegar lá umas sete e meia da noite. Eu estava lá e ele chegou. Acho que o carro que ele usava era um Omega. Só sei que ele me cumprimentou, falou 'boa noite'. Eu falei: 'Boa noite'. Foi muito educado. Aí eles entraram na casa e eu fiquei do lado de fora".
Fonte:Vide Versus