A lei obriga os interessados em concorrer nas eleições de outubro a saírem de cargos no Poder Executivo seis meses antes do pleito. O prazo vence nesta sexta-feira, dia 31. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará uma reforma ministerial para trocar pelo menos 10 integrantes do seu primeiro escalão. Devem sair:
● Ciro Gomes (PSB), da Integração Nacional
● Miguel Rosseto (PT), do Desenvolvimento Agrário
● Agnelo Queiroz (PC do B), da Esporte
● Saraiva Felipe (PMDB), da Saúde
● Alfredo Nascimento (PL), dos Transporte
s● Jaques Wagner (PT), das Relações Institucionais
● José Fritsch (PT), da Pesca
● José Alencar (PRB), da Defesa
Podem sair, mas ainda não é certo:
● Antonio Palocci (PT), da Fazenda
● Marina Silva (PT), do Meio Ambiente
● Hélio Costa (PMDB), das Comunicações
A grande dúvida da lista acima, por óbvio, é o ministro da Fazenda. Muita boataria nos últimos dias sobre a saída de Palocci, sobretudo por conta do desgaste no caso do caseiro Nildo. O mais provável é que ele realmente deixe o governo. Lula só não teria tomado a decisão ate agora por 2 motivos: 1) acha que sem Palocci a oposição vai partir para cima dele, presidente, e de sua família e 2) sem a proteção do cargo (que lhe dá foro privilegiado), Palocci fica vulnerável até a um pedido de prisão pro causa de malfeitos da época em que foi prefeito de Ribeirão Preto.
Outro aspecto a ser notado sobre a reforma ministerial é a esdrúxula exigência da lei sobre desincompatibilização. A idéia é que o político não prevarique ficando no cargo quando disputa uma eleição. OK, é um cuidado a ser tomado.
Ocorre que a exigência só vale para quem vai disputar um cargo diferente ao que ocupa. Os que vão para a reeleição podem ficar onde estão. FHC disputou a reeleição no cargo. Lula fará o mesmo.
Já um governador de Estado que pretenda concorrer a presidente, precisa sair do cargo. Que é o caso de Rigotto, se Garotinho fosse realmente ceder seu lugar.
Enfim, a usual falta de critério da lei eleitoral. Lei, diga-se, redigida e aprovada por deputados e senadores.
Fonte: Fernando Rodrigues
● Ciro Gomes (PSB), da Integração Nacional
● Miguel Rosseto (PT), do Desenvolvimento Agrário
● Agnelo Queiroz (PC do B), da Esporte
● Saraiva Felipe (PMDB), da Saúde
● Alfredo Nascimento (PL), dos Transporte
s● Jaques Wagner (PT), das Relações Institucionais
● José Fritsch (PT), da Pesca
● José Alencar (PRB), da Defesa
Podem sair, mas ainda não é certo:
● Antonio Palocci (PT), da Fazenda
● Marina Silva (PT), do Meio Ambiente
● Hélio Costa (PMDB), das Comunicações
A grande dúvida da lista acima, por óbvio, é o ministro da Fazenda. Muita boataria nos últimos dias sobre a saída de Palocci, sobretudo por conta do desgaste no caso do caseiro Nildo. O mais provável é que ele realmente deixe o governo. Lula só não teria tomado a decisão ate agora por 2 motivos: 1) acha que sem Palocci a oposição vai partir para cima dele, presidente, e de sua família e 2) sem a proteção do cargo (que lhe dá foro privilegiado), Palocci fica vulnerável até a um pedido de prisão pro causa de malfeitos da época em que foi prefeito de Ribeirão Preto.
Outro aspecto a ser notado sobre a reforma ministerial é a esdrúxula exigência da lei sobre desincompatibilização. A idéia é que o político não prevarique ficando no cargo quando disputa uma eleição. OK, é um cuidado a ser tomado.
Ocorre que a exigência só vale para quem vai disputar um cargo diferente ao que ocupa. Os que vão para a reeleição podem ficar onde estão. FHC disputou a reeleição no cargo. Lula fará o mesmo.
Já um governador de Estado que pretenda concorrer a presidente, precisa sair do cargo. Que é o caso de Rigotto, se Garotinho fosse realmente ceder seu lugar.
Enfim, a usual falta de critério da lei eleitoral. Lei, diga-se, redigida e aprovada por deputados e senadores.
Fonte: Fernando Rodrigues