Até que enfim um governo resolveu brigar e vencer as batalhas contra o Cpers, um sindicato pelego, impregnado de radicais da CUT e do PT, que utilizam uma categoria inteira de pessoas dedicadas ao ensino das crianças e adolescentes de nosso estado como massa de manobra política.
O Governo Rigotto colocou a direção do Cpers na parede. Quer forçá-los a aceitar o reajuste oferecido, de 8,03% em quatro parcelas ou ficar sem reajuste.
Isso porque há uma lei que proíbe reajustes superiores à inflação nos seis meses qsue antecedem a eleição. A data limite para que o sindicato pelego se mnanifeste é segunda-feira, quando o GOverno Estadual estará enviando os projetos de aumento para todo o funcionalismo à Assembléia Legislativa, pois eles precisam ser aprovados até 31 de março.
O Cpers apesar de considerar insuficiente a proposta está pressionado, ou mete o rabinho radical no meio das pernas e aceita o aumento ou segue na sua linha intransigente e enfrenta os professores que queriam esse reajuste mas não levaram.