"No país há um mar de obras inacabadas", disse Alckmin a jornalistas durante cerimônia de inauguração do hospital metropolitano no municípiio de Ananindeua, na região metropolitana de Belém, no Pará.
Ele citou o caso da reclusa de Tucuruí, que vai devolver a navegabilidade ao rio Tocantins no Pará, parada há uma década.
Sobre Palocci, o governador se restringiu a dizer que "o assunto cabe ao presidente da República".
Repetindo que o desafio do futuro presidente será emprego, renda e trabalho, Alckmin disse que poderá alcançar de forma mais efetiva esses objetivos devido à questão ética, abalada no atual governo.
Perguntado sobre quais críticas mais duras poderia fazer ao governo, Alckmin lembrou que estava num evento basicamente administrativo e que preferia não aproveitar o momento para isso.
"Vai ter muito tempo para fazer o contraditório", disse.
Ele citou o caso da reclusa de Tucuruí, que vai devolver a navegabilidade ao rio Tocantins no Pará, parada há uma década.
Sobre Palocci, o governador se restringiu a dizer que "o assunto cabe ao presidente da República".
Repetindo que o desafio do futuro presidente será emprego, renda e trabalho, Alckmin disse que poderá alcançar de forma mais efetiva esses objetivos devido à questão ética, abalada no atual governo.
Perguntado sobre quais críticas mais duras poderia fazer ao governo, Alckmin lembrou que estava num evento basicamente administrativo e que preferia não aproveitar o momento para isso.
"Vai ter muito tempo para fazer o contraditório", disse.
Fonte: Último Segundo